terça-feira, 17 de novembro de 2009
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Como na realidade
Não posso deixar de esquecer de citar outra parte importante nesta reunião. O fato de apuração de pauta. Todos tem de trazer pautas com contatos ja feitos para apresentar a reunião, ao contrario isso será apenas uma idéia de pauta, e que para a correria da produção deles não tem muito valor no dead line.
[redação do jornal CAMPUS]
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Entre gaitas e violões
[Marília no vocal]
[Chicco no violão e gaitas]
[Claudio na percursão]
Ahh! Não posso esquecer que a Silvânia também tocou violão quando todo mundo tava cansado e não lembrava mais nenhuma música pra cantar. Ela tomou o posto de violeira e dedilhou um musiquinha de Sandy e Junior.....
[Gás]
Sobre o meu eu
O cara era parecidíssimo comigo. Era. Podia ser meu pai ou irmão. Podia. Mas, o sósia encontrado durante o almoço podia também ser eu mesmo, perdido no tempo e no espaço.Aprendi com o Professor Emett Brown: o encontro entre a mesma pessoa em períodos de tempo diferentes pode desencadear eventos traumatizantes além acarretar em mudanças drásticas no futuro da pessoa.
Imaginem saber o que se passou comigo – tin-tin por tin-tin – até o inusitado encontro no restaurante. Como saber se isso não interferiria na jornada de todos fasbianos em Brasília?
Por isso, e solamente por isso, evitei o contato com meu outro eu.
Água pra que te quero
Para homenagear essa quase fábula dos tripulantes do Guanabara Bus na capital do país, três imagens capturadas durante a visita na UnB, e obviamente antes – ou pouco antes – do tão aguardado banho.
Em suma, água pra que te quero...água.

[ a solitária ]
[ as parceiras ]
Texto e Fotos: Anton Roos
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Recomendações Finais
Bom pelo desespero de alguns ainda não sabemos ao certo qual hora está reservada para o banho, mais não se preocupem só vamos andar em lugares onde existe ar condicionado e isso favorece para que não fiquemos fedidos até final do dia.
Há quase que eu esqueço de comentar sobre as normas do Congresso Nacional. Não pode isso, não pode aquilo. A vestimenta pra entrar lá deve ser decente, ou melhor como disse a relações publicas que vai nos receber: “Evitar trajes esportivos demais”. Dentre estes trajes esportivos demais destaca-se a sandália tanto para mulheres quanto para homens, camiseta calça capri (aquela calça que termina na canela ) decotes e afins.
[Anton pensando no que seria uma calça capri]
Aceitável até tais recomendações, menos mal pois antes as informações eram que teríamos que usar traje social......que ruim!
No mais o que foi recomendado era aproveitar ao máximo o passeio.....que acaba no shopping....muito bom!
[Todo mundo atento nas recomendações dos profs Marden, Carlos e Emerson]
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Destino: Brasília

terça-feira, 9 de setembro de 2008
Memória de meu 1º Congresso
Depois de nos situarmos em nosso novo espaço, que por sinal era muito agradável, nos dirigimos a UFRN, para o credenciamento no congresso. É imensa a estrutura da faculdade e os recursos que oferece então, nem se fala, dentre eles, uma biblioteca enorme de dar água na boca, área de lazer, alimentação, artesanato, agências bancárias, feiras de livro.
De tão movimentada, a faculdade mais parecia uma cidade. Gente chegando, gente saindo, gente de todo tipo, de todos os lugares, brasileiros e estrangeiros, profissionais e estudantes de comunicação, ali concentrados pelo mesmo propósito. Evento grandioso, a edição 2008 do Intercom – Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação teve como tema central Mídia, Ecologia e Sociedade.
Em meio a tantas palestras, cursos, oficinas, mesas de debate e uma infinidade de opções, nunca foi tão prazeroso adquirir conhecimento. Cabe aqui relatar o que mais me marcou no congresso. Em uma das palestras sobre temas livres do meio comunicacional, me atentei para concepções que ocorrem no nosso dia-a-dia.
A mídia passa o tempo todo reconstruindo o passado por meio de documentos históricos e imagens simbólicas, e dessa forma propõe à massa entender o passado contextualizando-o no presente. O que não deixou de haver também foi a oportunidade e contato com opinião de gente muito crítica, como o escritor e jornalista Juremir Machado, autor do livro A miséria do jornalismo brasileiro, que caracterizou o jornalismo cultural brasileiro como medíocre, mal feito, formado por um bolo de compadres e que não desperta curiosidade.
Juremir elucidou que o jornalismo brasileiro é marcado pelo regionalismo e que a ausência de subjetividade faz do jornalismo mecânico e burocrático. De um modo geral o autor definiu o texto jonalístico hoje como uma dramatização da história em que a mídia constrói um herói. Essa foi uma das palestras mais interessantes.
No que tange as questões tecnológicas foi bastante debatido a respeito de como o MP3 mudou a forma de consumir a música, diminuir barreiras culturais como oferecer a possibilidade de trazer músicas de outros países que não estão à venda no Brasil e o consumo unitário da música. A partir disso foi questionado se o MP3 pode substituir o CD. Também muitas curiosidades como a TV de hiperdefinição que é 33 vezes maior e melhor que está sendo desenvolvida no Japão e o MP9 já à venda.
A cada evento que participava ficava mais elétrica, uma crise de compulsão da escrita que não permitia que eu parasse de escrever, embebida em tanto conhecimento em um curto espaço de tempo. As horas demoravam a passar e mesmo assim não havia tempo suficiente para tomar um fôlego, era emoção demais. Aja coração!
Mas foi o Núcleo de Pesquisa de Fotojornalismo, uma das quais não irei esquecer. A princípio, foi apresentado um resumo da história do fotojornalismo e concepções interessantes. Exemplos foram utilizados para ilustrar essa trajetória e a evolução do fotojornalismo no Brasil, de quando o instantâneo ainda não era possível e sim planejado.
O fotodocumentarismo ou fotojornalismo utilizado por muitos autores famosos como Paulo César Boni e Lewis Hine que tratavam os problemas sociais como forma de causar impacto na sociedade, repercutiu em grandes transformações e conquistas. Fiquei inteirada do último trabalho do renomado fotógrafo Sebastião Salgado e fiz certa alusão ao tema do Intercom. Entitulado de Gênesis, o documentário propõe uma reflexão social quanto a preocupante situação atual do meio ambiente, “ou você salva o que está sendo fotografado ou a raça humana poderá ser a próxima extinta”.
Fiquei arrepiada e me senti provocada! Foi possível fazer muitas amizades, trocar idéias, e-mails. Diante do nível dos trabalhos apresentados no Intercom Júnior, categoria para estudantes em fase de conclusão de curso, instigou nosso ego para a apresentação de um trabalho no próximo Intercom, algo do que já produzimos até agora.
Durante o dia no congresso e à noite balada. Foram assim os seis dias na capital potiguá. Descobertas, experiências agradáveis, conhecimentos, coincidências, amizades, fotos, praias, mancadas, festas, situações imprevisíveis, insônia e muita energia. Episódio que com certeza não sairá assim da memória por tão cedo. Ao final dessa aventura, é doloroso despedir e como diz a canção, Natal, I have to go now.
Programação alternativa
Contando com shows, circo, e eventos das mais variadas formas e tendências, a organização do INTERCOM 2008 procurou satisfazer a gregos e troianos durante os quatro dias de programação. Na quarta-feira, 03, enquanto muitos dos congressistas procuravam uma cadeira desocupada para saciar a fome no Restaurante dos Professores da UFRN, o grupo Pau e Lata se apresentava em frente ao Centro de Convivência.

Formado por homens e mulheres acima – pela observação feita, tudo leva a crer que seja isso – dos 18 anos, o grupo prima pela musica de percussão com vazão para instrumentos pouco convencionais, como latas de lixo. O show de pouco mais de 30 min, serviu para descontrair aqueles que vieram de longe.
Fotos: Anton Roos
OFCOM – Oficinas Práticas
De gosto duvidoso ou não, o que vale mencionar é que passava das 9h30 e nem sinal do responsável pela Oficina de Assessoria de Comunicação Sindical aparecer. A saída conforme explicado por um dos voluntários atuantes no congresso seria procurar outra oficina para participar.

Para nossa sorte (minha e de Thiara), das 17 oficinas do INTERCOM 2008, 12 aconteceriam no Setor II do Campus da UFRN, entre elas Técnicas de Produção Textual, Produção em TV, Gêneros de Webjornalismo e Jornalismo em Revista: da pauta à edição, as demais no Campus da UERN em Mossoró, distante aproximadas 4h de ônibus. Ou seja, aquela hora da manhã, carta fora do baralho.

A escolha por revista
Feita a opção por Jornalismo em Revista, as coisas começaram a ganhar ar de congresso. Em pouco tempo, a Sala 1, do Bloco G do mesmo Setor II citado no primeiro parágrafo, foi ganhando novos participantes, todos deficitários de “oficineiros” ou a procura de encaixe. O responsável pela oficina foi o Editor de Redação da Revista IMPRENSA, Rodrigo Manzano, e o designer Esper Leon.
Dividida em três turnos. Manhã e tarde de terça, e tarde de quarta a oficina teve por objetivo, esboçar o projeto de uma revista direcionada e pautada no tema central do INTERCOM 2008: Mídia, ecologia e sociedade. A missão, escolher um entre três projetos, pautar e por fim, definir quem ficaria a cargo do que para a finalização da revista.
Entre dois pólos: positivo e negativo
O saldo apesar das diferenças e principalmente da miscelânea de lugares de cada participante, foi positivo. Pois, além de se conhecer como funcionam as miudezas do projeto gráfico de uma revista, todos puderam pautar e discutir possibilidades para a viabilização do projeto. O fator negativo se deve ao curto espaço de tempo para todas discussões e definições.
Outros exemplos: Produção em TV e Gêneros de Webjornalismo
Thiara optou por Produção em TV. O “oficineiro” pela qual ela aguardava não compareceu por questões de saúde. Quando nos encontramos para o almoço ela me disse que a idéia da oficina de TV também incluía produção dirigida para a área, o que seria feito na parte da tarde.
No sábado enquanto esperava obter o certificado da oficina de revista, encontrei uma brasiliense estudante de jornalismo do 4º semestre, Carol Curvello que participara da oficina de Gêneros de Webjornalismo. O discurso foi o mesmo. Produção e prática. De acordo com ela, os participantes poderiam realizar pequenas reportagens pelo INTERCOM ou tendo por base conteúdos coletados na internet criar textos específicos para web.
[Anton Roos]
Fotos: Anton Roos (1 e 2), Ana Lúcia Souza (3)
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
A última noite....Sancho Pub
O sono nos renovou, tinhamos energia de sobra pra festejar a noite toda, e foi isso que fizemos. Chegamos no Salsa (região próxima a praia de Ponta Negra em que se concentram bares, pubs e restaurantes) lá pelas 23:00 h fomos a uma tapiocaria (Casa de Táipa) muito simpática, totalmente caracterizada com motivos nordestinos para comer beijú, ou melhor tapioca, para os potiguás.

Aí uma decisão difícil:Qual seria o bar em que iriamos na última noite em Natal. Escolhemos o Sancho Pub, o único da lista que ainda não tinhamos ido. Chegamos cedo e entramos de graça - aliás a maioria dos bares do Salsa não cobra antes da meia noite - nossa escolha estava acertada.
O ambiente era diferenciado, parecia uma oficina mecânica e tinha como atração principal a banda Moby Dick que tocava pop rock. Muito legal, tocaram de tudo, de Cazuza a The Doors (Anton tava enfeitiçado no meio do povo nessa hora) .
Lá encontramos amigos que fizemos no congressos que para variar eram gaúchos como eu e o Anton e passamos a noite contando uns para os outros nossas experiências legais e um tanto desastrosas no nordeste. Fora os amigos que fizemos de vários outros estados do Brasil o mais importante foi ter fortalecido a amizade dos quatro fasbianos que curtiam a última noite no paraíso com esperanças de fazer a mesma viagem ano que vem, só que para Curitiba - PR.
[Bruna Pires]
A altivez de Juremir
Depois de tanto falar das festas, das trapalhadas dos encontros e etc, acho que agora é hora de abordar sobre o que vimos no INTERCOM em matéria de conteúdo jornalístico.Na quarta-feira, dia 5, seria nossa primeira manhã de palestras, estávamos curiosas (eu, Simone e Ana) sobre o que seria discutido LIBERCOM, já que tínhamos escolhido aquela atividade por último na hora de fazer a inscrição por não sabermos direito do que se tratava.
A palestra debatia sobre temas livres em comunicação, sobretudo o dialogo de gerações, os professores convidados foram Marialva Barbosa da UFF e Juremir Machado da PUCRS.
Primeiro tivemos a explanação da profes
Já o professor Juremir Machado contextualizou a década de 80, sobretudo o jornalismo cultural. Modéstia a parte a meu ver, e puxando o saco com certeza ele foi brilhante.
Com seu jeito discreto, feições franzinas e um ironismo procedente, o professor mostrou a outra face do jornalismo cultural, sobretudo as dificuldades de faze-lo na década de 80 e hoje ainda.
Juremir não poupou palavras na hora de criticar a editoria, disse em alto e bom som que “o jornalismo cultural é a lata de lixo dos jornais. É um poço de vaidades e só verve como agendamento de artistas”.
Para isso deu exemplos do que está acontecendo hoje, no que se refere à manipulação em busca de lucros, nos grandes jornais e até na literatura brasileira, nos livros biográficos como Chatô e a Biografia de Paulo Coelho feita por Fernando Morais.
Ao final o professor disse que para que o jornalismo tenha melhor qualidade daqui por diante é preciso amenizar a manipulação, fazer jornalismo mais subjetivo e mais voltado para o nacional ao invés de regionalizar tanto, a exemplo dessa regionalização mostrou a influencia de interesses regionais em coberturas esportivas.
Acredito que se eu tivesse que apresentar o trabalho sobre a editoria de cultura, da matéria de jornalismo especializado, sairia muito melhor pois Juremir falou sobre coisas as quais talvês eu não soubesse tão sedo....
OBS: Na biblioteca da FASB tem um livro de Juremir Machado, “ A miséria do jornalismo brasileiro (2000)”, quem tiver interessado em saber e quiser ler um pouco do que aprendemos com ele.
sábado, 6 de setembro de 2008
Fotojornalismo x Fotodocumentalismo
Essas palestras mostraram o quanto a fotografia é importante no fazer jornalístico.
Existem diferenças entre os dois tipos de fotografias, pois no fotojornalismo existe a imprevisibilidade, apesar das pauta, já no fotodocumentalismo existe a previsibilidade.
No fotojornalismo presente em algumas revistas como a careta de 1922 explora o lado trágico dos acontecimentos, mas também mostra também que os fatos do cotidiano são muito importantes.
Em fotodocumentalismo o jornalista poderá planejar suas fotos e publicá-las depois de um certo tempo.
Fotógrafos como Lewis Hine e Jacob Riis usavam as fotografias para provocar a sociedade em relação a assuntos como a exploração da mão-de-obra infantis e vários outros assuntos de cunho social.
[ Simone Chaves]
Nos vemos na terça
Todavia, pela quantidade de informação e aprendizado (temos alguns textos engatilhados especificos sobre as atividades que participamos) queremos postar mais e mais neste breviário, ou em nossos blogs particulares.
De presente, deixamos algumas fotos inesquecíveis desta viagem e alguns links de outros projetos magnificos que conhecemos aqui.
Até terça, com a benção de Deus.
[Anton Roos]


Curtas, curtíssimas, curtérrimas

Por mais incrível que isso possa parecer. Existem fobias para tudo quanto é gosto e estilo: escuro, aranhas, sapos, gelatina de limão, palhaços, ciganos, etc. Aqui em Natal, descobriu-se uma fobia coletiva. Fobia de atravessar passarelas que cruzam avenidas. A noite isso se torna ainda mais assustador. Uns soam as mãos outros, parecem pastores segurando cajados de libertação, outros desfilam como se estivessem em uma corda bamba. Um assombro completo.
A segunda: “Fui gringo por 30 segundos”
Caminhada descompromissada pela praia de Ponta Negra, Morro do Careca e afins. Sozinho a procura das meninas fasbianas. Camiseta do Chicago Bulls, pele tal qual um tomatinho de feira, sacola no ombro. O típico gringo de férias no litoral brasileiro. Um nativo pergunta:
- Hi, how are you.Do want a sun glass?
Resposta instintiva: No thank you.
- 10 dollars
Novamente: No thank you
Where you from? retruca o nativo vendedor de óculos de sol.
- I´m from United States.
É, foi a primeira coisa que me veio a mente. Sabe, camiseta do Chicago Bulls, nada mais adequado. Além do mais, causou surpresa o inglês do ambulante do Morro do Careca.
Encontros casuais no Morro do Careca
Elétrica, insone. Assim tem sido meus dias desde que cheguei a capital dos natalenses. Não esperava tantas surpresas e coincidências. Ainda estava desolada por não conseguir participar da Oficina de Jornalismo em Revista e aprender um pouquinho com ninguém mais, ninguém menos que Rodrigo Manzano, Editor de Redação da Revista IMPRENSA, a qual sou assinante, e nem sequer ter tido a oportunidade de conhece-lo pessoalmente.Tentaram me consolar de todas as formas, mas no fundo não parava de pensar em tudo que poderia ter aprendido se tivesse participando com o Anton da oficina de revista. Quis o destino que depois de uma boa caminhada pela praia de Ponta Negra, quando já estávamos mais carecas em saber que o Morro do Careca continua tão ou mais careca que o Anton esta, de repente, o próprio comenta:
- Sabe quem vem ali cara?
- Quem. Retruquei.
Pois para minha surpresa, era ele, de sunga e acompanhado de acordo com o relato do Anton, pelo design gráfico Ésper Leon, que o ajudará a ministrar a Oficina. Sem muito tempo para pensar, o Anton prontamente intermediou o tão aguardado encontro. Então, ali em meio aquela paisagem linda, por poucos minutos, nós três conversamos sobre o trabalho em revista.
Assim e parafraseando o Professor Pedro Bergamo. O “inesperado” acontece.
Na balada do congresso
Amizades, informações, alguns mitos decorrentes á adaptação em Natal, palestras, cursos o dia todo. Mas, nada de ficar em casa à noite que – diga-se de passagem – é apenas uma criancinha.A chegada do Professor Ronei contagiou a turma. Descobrimos um lugar fantástico na mesma rua de agitos da noite anterior: o Taverna Pub. Em forma de um castelo medieval, internamente é decorado de forma medieval e com garçons vestidos como serviçais de tempos imemoriais de reis e rainhas.
Ao som de muita música brasileira, ritmo que predomina nas noites de quinta, tivemos a melhor noitada desde que chegamos ao Rio Grande do Norte. Isso sem contar o Prof. Ronei, animadíssimo e nos ensinando passos diferentes para dançar, cantando todas as músicas e demonstrando um repertório de danças dos mais variados.Dica: Duas fotos da turma no site do Taverna Pub.


Da saga do chopp ao Rasta Pé

O Anton já estava ficando chato de tanto falar que queria e precisava tomar um chopp. Rodamos a rua dos agitos de Natal, até que ele – enfim – conseguisse matar a sede de chopp, o que já tinha se tornado uma busca incansável de todas nós também.
Estavamos num dos pontos mais badalados da cidade e ponto de encontro dos congressistas do INTERCOM. Caímos no forró numa casa de shows chamada Rasta Pé. Pra quem não era adepto do ritmo como nosso colega gaúcho, e acabou entrando literalmente no clima, sem esquecer de certa pessoinha que “molhou a palavra”, literalmente.
Depois de muito “rasta pé” saímos de lá por volta das 2h da madrugada, exaustos, porém, satisfeitos e com baterias recarregadas para as jornadas de atividades da manhã que se aproximava.
[Ana Lúcia Souza]
Ampliando a "network"
Na terça-feira pela manhã, eu, Ana e Simone, fomos a praia. Lá encontramos o fotográfo curitibano André Zielonka da PUC do Paraná. Na conversa que tivemos, ele disse que veio a Natal para apresentar um trabalho sobre “a busca de um novo sentido para o ver e o ouvir na construção audiofotográfica”.
Pegamos o mesmo ônibus que saia de Ponta Negra (a praia que estávamos) até o ponto de referência mais fácil para nos localizarmos (Via Praça). O trajeto de aproximados 20 minutos, rendeu um papo descontraído e muitíssimo proveitoso. Ao saber que éramos da Bahia, André demonstrou grande interesse, pois passou 10 anos fotografando pelo estado. Ele nos disse que conhece Barreiras.

Foi por causa da sacola azul do INTERCOM que conhecemos André. Quem diria, que conheceríamos um fotográfo profissional numa parada de ônibus de Natal?
Quem se interessar em conhecer mais o trabalho de André Zielonka, acesse os links logo ali no final deste texto. Lá é possível encontrar o diário da viagem à Natal e o ponto de vista dele sobre o INTERCOM, além de muitas fotos.
Projeto Mostra Caixola - Blog do profissional
André Zielonka website - Site oficial do fotografo
[Bruna Pires]
As irmãs
Entre as lembranças dos colegas que permaneceram em Barreiras, as futilidades de uma mesa de bar, e os muitos aprendizados do INTERCOM, uma pérola devidamente lapidada para esse breviário: duas amigas, colegas de faculdade, dois anos de convivência, em Natal, a mais de 2.000 km de casa, descobrem-se “irmãs” graças ao “Natal”.
- Ninguém lembra do meu níver, só porque é perto do Natal. Diz uma com pesar.
- Engraçado, comigo acontece o mesmo. Você é de que dia? Dispara a outra, levemente comovida com o pesar da companheira.

- 23 de dezembro. A surpresa foi instantânea. Aninha começa a mexericar suas mãos e sem esconder a emoção da descoberta responde:
- O MEU TAMBÉM!
- Nossa, amiga estamos ligadas
A intensidade do brilho nos olhos de Bruna e Ana Lúcia aumenta. As pessoas das outras mesas percebem a euforia extrapolada pelas colegas. O papo cresce em entusiasmo.
- Mas o meu foi cesária.
- Ahhhhh! O meu também miga.
- Peraê. Eu nasci as seis da tarde, e você?
- Não acredito, EU TAMBÉM.
A noite estava ganha. Brindamos a descoberta, com a certeza que nem tudo que acontece em um congresso merece permanecer no congresso. Afinal, nascer às vésperas da principal festa do calendário ocidental pode não ser tão interessante, quanto descobrir uma “irmã” na cidade de Natal. Sem dúvidas, deve ser presente de “Papai Noel”.
[Thiara Reges e Anton Roos]



