Oficialmente o congresso começa somente na quarta-feira. É praxe, todo ano a mesma coisa. Na terça-feira o ritmo ainda é lento e assustadoramente preocupante. Salas vazias, não apenas pelo atraso dos inscritos e participantes, mas também dos congressistas ou como dito pelo Setor II da UFRN, dos “oficineiros” (responsáveis por conduzir os trabalhos de cada oficina).
De gosto duvidoso ou não, o que vale mencionar é que passava das 9h30 e nem sinal do responsável pela Oficina de Assessoria de Comunicação Sindical aparecer. A saída conforme explicado por um dos voluntários atuantes no congresso seria procurar outra oficina para participar.
De gosto duvidoso ou não, o que vale mencionar é que passava das 9h30 e nem sinal do responsável pela Oficina de Assessoria de Comunicação Sindical aparecer. A saída conforme explicado por um dos voluntários atuantes no congresso seria procurar outra oficina para participar.

Para nossa sorte (minha e de Thiara), das 17 oficinas do INTERCOM 2008, 12 aconteceriam no Setor II do Campus da UFRN, entre elas Técnicas de Produção Textual, Produção em TV, Gêneros de Webjornalismo e Jornalismo em Revista: da pauta à edição, as demais no Campus da UERN em Mossoró, distante aproximadas 4h de ônibus. Ou seja, aquela hora da manhã, carta fora do baralho.

A escolha por revista
Feita a opção por Jornalismo em Revista, as coisas começaram a ganhar ar de congresso. Em pouco tempo, a Sala 1, do Bloco G do mesmo Setor II citado no primeiro parágrafo, foi ganhando novos participantes, todos deficitários de “oficineiros” ou a procura de encaixe. O responsável pela oficina foi o Editor de Redação da Revista IMPRENSA, Rodrigo Manzano, e o designer Esper Leon.
Dividida em três turnos. Manhã e tarde de terça, e tarde de quarta a oficina teve por objetivo, esboçar o projeto de uma revista direcionada e pautada no tema central do INTERCOM 2008: Mídia, ecologia e sociedade. A missão, escolher um entre três projetos, pautar e por fim, definir quem ficaria a cargo do que para a finalização da revista.
Entre dois pólos: positivo e negativo
O saldo apesar das diferenças e principalmente da miscelânea de lugares de cada participante, foi positivo. Pois, além de se conhecer como funcionam as miudezas do projeto gráfico de uma revista, todos puderam pautar e discutir possibilidades para a viabilização do projeto. O fator negativo se deve ao curto espaço de tempo para todas discussões e definições.
Outros exemplos: Produção em TV e Gêneros de Webjornalismo
Thiara optou por Produção em TV. O “oficineiro” pela qual ela aguardava não compareceu por questões de saúde. Quando nos encontramos para o almoço ela me disse que a idéia da oficina de TV também incluía produção dirigida para a área, o que seria feito na parte da tarde.
No sábado enquanto esperava obter o certificado da oficina de revista, encontrei uma brasiliense estudante de jornalismo do 4º semestre, Carol Curvello que participara da oficina de Gêneros de Webjornalismo. O discurso foi o mesmo. Produção e prática. De acordo com ela, os participantes poderiam realizar pequenas reportagens pelo INTERCOM ou tendo por base conteúdos coletados na internet criar textos específicos para web.
[Anton Roos]
Fotos: Anton Roos (1 e 2), Ana Lúcia Souza (3)
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