
Eram 3:00 da manhã quando saímos de Barreiras-BA. No início tudo parecia confortável, a poltrona, o ar-condicionado, o balanço. Neste primeiro dia passamos cortando nosso estado de origem, a Bahia. Vimos o amanhecer em cima da ponte do Velho Chico em Ibotirama (este que no momento estava com o nível muito baixo, em função da estiagem); os chapadões nas proximidades de Seabra, e até o puro sertão baiano.
Ao ver aquelas paisagens áridas, sem cores e ardida me recordaram de histórias que caberiam perfeitamente para ilustração daquele cenário. Uma foi a narrativa de Graciliano Ramos, Vidas Secas, vi muitos Fabianos, muitas baleias que a princípio, eu imaginava estavam muito distantes da minha realidade.
A outra se refere ao trecho de um dos poemas de Drummmond ao qual ele fala "No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho". Essas pedras ao qual eu me refiro usando esse exemplo são as pedras sociais, a desigualdade social mostrada impregnada nas estradas por onde passamos.
Tantas paisagens, tantos lugares diferentes que eu ainda não conhecia. Nossa quanto o Brasil é um país de contrastes... um país tão grande que se visto e interpretado através dos caminhos percorridos de sul a norte é muito diferente, nem parece ser o mesmo.
O dia termina em Juazeiro, divisa com Petrolina primeira cidade do Pernambuco. A Bahia ficou pra trás, o segundo e último dia de viagem veio trazendo o cansaço o mau-humor, e a ansiedade de chegar em Natal tanto para se divertir quanto para absorver o máximo de informações e experiências no Intercom.
Ao ver aquelas paisagens áridas, sem cores e ardida me recordaram de histórias que caberiam perfeitamente para ilustração daquele cenário. Uma foi a narrativa de Graciliano Ramos, Vidas Secas, vi muitos Fabianos, muitas baleias que a princípio, eu imaginava estavam muito distantes da minha realidade.
A outra se refere ao trecho de um dos poemas de Drummmond ao qual ele fala "No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho". Essas pedras ao qual eu me refiro usando esse exemplo são as pedras sociais, a desigualdade social mostrada impregnada nas estradas por onde passamos.
Tantas paisagens, tantos lugares diferentes que eu ainda não conhecia. Nossa quanto o Brasil é um país de contrastes... um país tão grande que se visto e interpretado através dos caminhos percorridos de sul a norte é muito diferente, nem parece ser o mesmo.
O dia termina em Juazeiro, divisa com Petrolina primeira cidade do Pernambuco. A Bahia ficou pra trás, o segundo e último dia de viagem veio trazendo o cansaço o mau-humor, e a ansiedade de chegar em Natal tanto para se divertir quanto para absorver o máximo de informações e experiências no Intercom.
[Bruna Pires]
Um comentário:
Nobre colega, essa experiência será excelente para vocês, assim como foi em Brasília. Mantenha os ouvidos e olhos atentos e compartilhe conosco todas as maravilhas do campo da Comunicação que nos escolheu e que nós escolhidos, abraçamos.
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